CONSUMO CONSCIENTE

Aluna Hariana, 2º ano do curso de Doutrina

CONSUMO CONSCIENTE

Vivemos nesse mundo de provas e expiações com um corpo de carne (as vezes parece até que nos esquecemos desse fato).

Temos necessidades tão básicas que na erraticidade tudo isso deve parecer enfadonho. Comer, vestir, morar, locomover-se... Necessidades diversas.

Mas, a partir de quê ponto nos confundimos com o que necessitamos e o que apenas queremos? O supérfluo pode cegar as visões mais fracas.

Consumir conscientemente é se perguntar com frequência e responder com sinceridade: “isso é mesmo necessário? ” e lembrar da máxima: “desperdício é falta de caridade”.

Não somos donos de nada, absolutamente nada. Nem sequer do corpo que habitamos. Temos somente a tutela temporária dos bens que a espiritualidade nos deu e prestaremos conta do uso que fizemos desses bens.

Se o espiritismo nos ensina que fora da caridade não há salvação, a conclusão se torna óbvia. Consumir de forma consciente é o mínimo, o princípio básico da moral que o evangelho ensina.
Passo a passo, pouco a pouco, a tendência é que cada um de nós interiorize esses ensinamentos e o consumo desenfreado perca forças enquanto a caridade ganha terreno em nossos corações.

E que assim o seja!

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