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ATUALIDADES

Educar é um ato de amor

Essa definição é do grande pedagogo francês contemporâneo René Hubert, que complementa da seguinte maneira, “A educação é uma ação exercida de pessoa a pessoa.”

Sri Sathia Sai Baba, chanceler do Instituto Sri Sathya Sai de Educação Superior (Universidade reconhecida), resume a essência da educação da seguinte maneira “Educação é para a vida e não para um mero meio de vida.”

Todo educador, desde tempos imemoriais, tem enfatizado que a verdadeira educação deve deduzir a construção do caráter de estudante. A palavra caráter tem sido definida de várias formas, por vários especialistas, filósofos, educadores, etc. Entretanto, Sri Sathya Sai Baba define o caráter, em relação à educação, como sendo “unidade entre pensamento, palavra e ação”.

Não pode haver dúvida, então, de que o fim do processo educativo deve ser a integração do homem. Este fato, infelizmente, vem sendo ignorado pelos planejadores educacionais. O resultado pelos planejadores educacionais. O resultado é um mundo a beira da total desintegração.

Segundo a Educação Sathya Sai em Valores Humanos, ela não exclui de forma alguma a formação intelectual, porém associa a ela cinco pilares: amor, verdade, paz, conduta correta e não violência.

Necessita para isso do professor, que ele diz ser o farol que deve guiar e liderar e dos pais.

Se falhar em sua função de iluminar, muitas naufragarão nas rochas. Nos tempos antigos um professor era comparado a Deus.

Sai Baba diz que os “professores são as segundas mães”. Uma vez um professor disse a seu aluno: “Enquanto eu viver, você não será órfão de mãe” Tão grande é a sua tarefa, a de ensinar, tão refinado, que dizem ser uma das obras mais belas de Deus.

O papel dos pais – Mas, acima de tudo o papel dos pais é uma doação de amor constante, como diz René Hubert e Sai Baba coloca com muita propriedade que os pais detêm a custódia dos filhos.

Para intitular os valores da humildade e serviço amoroso ao próximo nas mentes das crianças, os pais têm de executar um papel importantíssimo. Eles devem ter fé nas verdades básicas da vida, devem ser vistos e desculpando erros dos outros, compadecendo da dor e da tristeza.

Se os pais forem indulgentes em excesso e o darem liberdade excessiva, serão responsáveis por arruinar o caráter dos seus filhos. Em verdade os pais devem oferecer exemplos de honestidade e disciplina. As crianças aprendem muito através dos exemplos.

Assim, os lares nos quais crescem, bem como todos os lares, devem ser puros e com vibrações livres de ódio, inveja, cobiça, despeito e hipocrisia. Os pais cujo comportamento e conduta são contrários ao que é falado e ensinado aos seus filhos, criam uma tempestade de dúvidas, uma dicotomia crescente nas mentes das crianças. Completando, vejamos a colocação de Allan Kardec que se encontra no O Livro dos Espíritos, sobre o assunto: “... há um elemento que se não costuma fazer pesar na herança e sem o qual a ciência econômica não passa de simples teoria. Esse elemento é a educação moral. Não nos referimos, porém, a educação na arte de forma caracteres a que incute hábitos, porquanto a educação é o conjunto dos hábitos adquiridos.”

Ana Gaspar

 


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