A união de dois seres em caráter permanente
é como um barco que sai do porto dos sonhos em busca
do mar da experiência. A manutenção dessa
rota é a dedicação de cada um. Os filhos
os problemas são balanços do barquinho e é
necessário muito equilíbrio para que não
afunde. Os desafetos do passado na presença dos filhos
são as pedras tentando derrubar a embarcação.
Não nos casamos por acaso, embora existam casamentos
acidentais.
Tipos de casamento:
Acidentais: não foram planejados na vida espiritual
e por um envolvimento qualquer se casam. Não havia
na programação dessa existência o casamento
e quando isso ocorre gera consequências infelizes; nunca
sabemos se é casamento acidental ou providencial.
Provacionais: geralmente antes do casamento se entendem
bem, como se os espíritos providenciasse para que tudo
fosse cor-de-rosa e assim se casam, depois afloram as lembranças
inconscientes do passado que retornam - vêm para se
reajustarem.
Não se depuram por sofrer e sim como aceitam a dor.
Sacrificiais: um dos cônjuges é muito mais
evoluído em relação ao outro, muitas
vezes nem era necessário reencarnar, mas voltam para
elevar o companheiro (a). É importante não descer
e assim elevar o outro.
Afins: os dois se dão muito bem – complementação
– são felizes em estar juntos, igualdade de vibrações.
Transcendentais: dois espíritos evoluídos
para realizarem em conjunto uma tarefa junto à coletividade,
muito grande, não vêm somente para usufruir da
felicidade, mas para se apoiarem e fazerem algo pelos outros.
Casamento Perfeito: é quando atingem os objetivos,
o transcendental, afim, o sacrificial, etc.
Quando ele é ajustado é perfeito, até
o acidental poderá ser perfeito.
Ana Gaspar
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