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Casamento
- Vida e Sexo, de Emmanuel
A união de dois seres em caráter permanente
é como um barco que sai do porto dos sonhos
em busca do mar da experiência. A manutenção
dessa rota é a dedicação de cada
um. Os filhos os problemas são balanços
do barquinho e é necessário muito equilíbrio
para que não afunde. Os desafetos do passado
na presença dos filhos são as pedras
tentando derrubar a embarcação.
Não nos casamos por acaso, embora existam casamentos
acidentais.
Tipos de casamento:
Acidentais: não foram planejados na vida
espiritual e por um envolvimento qualquer se casam.
Não havia na programação dessa
existência o casamento e quando isso ocorre
gera consequências infelizes; nunca sabemos
se é casamento acidental ou providencial.
Provacionais: geralmente antes do casamento se entendem
bem, como se os espíritos providenciasse para
que tudo fosse cor-de-rosa e assim se casam, depois
afloram as lembranças inconscientes do passado
que retornam - vêm para se reajustarem.
Não se depuram por sofrer e sim como aceitam
a dor.
Sacrificiais: um dos cônjuges é muito
mais evoluído em relação ao outro,
muitas vezes nem era necessário reencarnar,
mas voltam para elevar o companheiro (a). É
importante não descer e assim elevar o outro.
Afins: os dois se dão muito bem – complementação
– são felizes em estar juntos, igualdade
de vibrações.
Transcendentais: dois espíritos evoluídos
para realizarem em conjunto uma tarefa junto à
coletividade, muito grande, não vêm somente
para usufruir da felicidade, mas para se apoiarem
e fazerem algo pelos outros.
Casamento Perfeito: é quando atingem os objetivos,
o transcendental, afim, o sacrificial, etc.
Quando ele é ajustado é perfeito, até
o acidental poderá ser perfeito.
Ana Gaspar
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