|
Analisando a dor
A dor não é uma lei da vida espiritual, mas
nos mundo inferiores como o nosso tem um papel importante.
Ela age como auxiliar da Lei de Justiça sobre aqueles
que contrariaram a Lei de Amor.
Podemos dizer que temos 3 tipos de dor por: Resgate, Evolução
e Amor.
Resgate - segue a Lei de Causa e Efeito:
Injustos – prejudicamos;
Ociosos – não colaboramos com a sociedade;
Orgulhosos – humilhamos e desrespeitamos;
Vaidosos – ofendemos e desperdiçamos tempo;
Avarentos – sonegamos e impedimos a circulação
natural de bens;
Egoístas – sonegamos amor e compreensão;
Maledicentes – criamos obstáculos e as vezes
destruímos as criaturas;
Sensuais – rebaixamos e nos degradamos;
Mentirosos – desorientamos;
Odiosos – destruímos.
Evolução – todo esforço de ascensão
individual ou coletivo é doloroso exigindo renúncia,
fé e perseverança:
Renúncia – em relação ao que vai
ser deixado (hábitos, equilíbrio físico/
emocional/ intelectual/ econômico, etc).
Fé – confiança firme em relação
ao que vai ser alcançado.
Perseverança – para não ficar no meio
do caminho e gerar incompreensão, etc.
Amor – o sofrimento de Espíritos evoluídos
ao perceber a grande dificuldade que habitantes de planetas
como o nosso têm de enfrentar; a ignorância das
Leis Divinas, etc. É evidente que a dor caracterizada
pelo amor não é igualada com as outras.
Existe, segundo Emmanuel, a dor por resgate, evolução
e por auxílio.
Clique aqui para ler
a mensagem: Solidão, livro de Emmanuel, editado pela
Fonte Viva
Pietro Ubaldi (italiano, advogado e professor, viveu no
Brasil de forma simples e dedicado a escrever obras profundamente
filosóficas), no livro História de um Homem,
tece considerações sobre a dor apresentando-a
como: Aceitação consciente e não passiva
da dor.
Dores de luxo que tem direito à compaixão,
às lágrimas e compreensão, despertam
a piedade, ajuda e conforto.
Dores heróicas que tem a gratidão da Pátria.
Dores excepcionais que provocam admiração,
entusiasmo e tem um sentido de grandeza.
Mas, também, existem dores pobres, deserdadas, obscuras,
mudas, geladas, ocultas, tristes, que não evoluem e
aviltam as fraquezas do corpo e do espírito.
Para estas não há ajuda nem conforto, não
há piedade. Elas não dão o direito à
compaixão, provocam risos, insultos, atraem o desprezo.
Como se fosse dever, é virtude condená-las e
persegui-las. Dores que não comovem ninguém
antes provocando ódio e horror.
E por fim, existem as nossas próprias dores, sejam
quais forem, que sempre nos parecem tão grande e as
dores alheias que sempre nos parecem tão pequenas.
Contribuição de Ana Gaspar |