| Doenças
As enfermidades ou os desequilíbrios do
Espírito têm início com os abusos
e afastamentos da Lei Divina.
Toda moléstia é de origens espiritual,
razão porque há doentes e não
doenças.
A humanidade é constituída de mentes
enfermas, essa a causa profunda das doenças.
A dor provocada pelas enfermidades tem uma função
retificadora e não podemos considerá-la
como uma desgraça.
As lesões perispirituais que surgiram dos
erros e abusos anteriores se transformam em moléstias
orgânicas nas reencarnações posteriores.
As doenças podem ser curáveis ou incuráveis.
As doenças incuráveis são compulsórias,
qualquer tratamento é paliativo e apenas alívio.
São elas: paralisias, defeitos congênitos,
doenças mentais, etc.
As doenças podem ser curáveis quando
soa doenças que apresentam sintomas pelos quais
se pode localizar a sua causa.
Tipos de doenças curáveis que ocorrem
por condensação de energias tais como:
as inflamatórias, os tumores, as alergias,
os cistos, rinites, gastrites, etc.
Doenças causadas por carência de energias:
as degenerativas, necroses, arterioscleroses, também
as anemias, arritmias, mialgias, etc. Todas que se
caracterizam por dor acentuada.
Doenças inibidoras: André Luiz nos
fala delas denominando as restrições
pedidas: são defeitos ou inibições
funcionais que limitam atividades abusivas do organismo.
Falsas doenças: aproximação
e sintonia com espíritos inferiores. A pessoa
apresenta os sintomas e na verdade não está
doente.
Tratamentos
A Medicina alopata que através de um antídoto
cujo princípio é o contrário,
cura o seu oposto.
A Medicina homeopata cura através dos semelhantes,
ou seja, o semelhante cura o seu igual.
No primeiro caso o remédio provoca um efeito
contrário à doença e a expulsa
ou destrói. No segundo caso o remédio
provoca uma reação igual ao que o corpo
está tendo pela doença, mas de forma
benigna, ativando os meios de defesa do organismo.
Carlos Toledo Rizzini em Evolução para
o Terceiro Milênio, afirma que o Evangelho é
a medicina profilática. Amar ao próximo
é um dos mais sábios conselhos médicos
de todos os tempos.
Moléstias mentais
André Luiz em Evolução em Dois
Mundos e Inácio Ferreira em Novos Rumos à
Medicina falam-nos de “lembranças recalcadas
no espírito” e “lembranças
armazenadas do perispírito”. A reencarnação
como chave para compreender a origem dos impulsos
do homem civilizado. Entendemos aqui por impulsos
– forças que dão origem às
nossas atitudes e condutas. Tais forças são
basicamente inconscientes, são aquisições
de vidas anteriores – boas ou más - ,
as criaturas só se sentem bem depois de executá-las.
Irmão X nos diz que contra os “pequenos
esforços” no auto-aperfeiçoamento
opõem-se os “impulsos seculares”.
O homem perfeitamente normal não existe.
A causa da perturbação psíquica
reside na desobediência constante as Leis de
Deus. O doente psíquico é alguém
que se entregou ao desanimo várias vezes.
O egoísmo é a base dos desequilíbrios
da alma, junto com o orgulho e a hostilidade, segundo
nos ensina o Evangelho Segundo o Espiritismo.
Conseqüências
Personalidades doentias = amorais – mentiras
– fracos – odientos – agressivos
– hipocondríacos - ansiosos.
Recordações do passado = mais observados
em idosos em decorrência do desgaste do tempo
e o afrouxamento dos laços que unem o corpo
ao espírito – perda de fluido vital.
Causas
Remorsos, não só de outras existências,
mas desta própria. Esses estados mórbidos
da mente humana são distribuídos em
duas condições: Neuroses e Psicoses
Neurose é um distúrbio emocional da
personalidade que conduz o doente a um estilo de vida
desajustado.
Psicose: a desorganização da mente
é muito mais avançada, os portadores
não possuem senso de realidade e convício
social, não sabem o que faz.
O esquizofrênico é um psicótico
mais ou menos grave. Quando acentuada entra em catatonia
e demência paranóide.
Obsessão
Causa agravamento de neuroses e psicoses. Pode-se
enlouquecer porque um Espírito domina a vontade
e impõe seus pensamentos a outro. Dr. Inácio
Ferreira, psiquiatra espírita dos anos 30 e
40, médico responsável e diretor de
clínica psiquiátrica em Uberaba, Minas
Gerais, atendeu em 1915 enfermos mentais curando 40%
ou o equivalente a 763 pacientes pela desobsessão.
Contribuição
de Ana Gaspar |