| Teoria das Manifestações
Físicas (I) –
L.M., cap. IV, (72 a 74 - até item 25)
1) Demonstrada a existência dos Espíritos,
pelo raciocínio e pelos fatos, e a possibilidade
de agirem sobre a matéria, devemos agora
saber como se efetua essa operação
e como eles agem para mover as mesas e outros
corpos inertes.
O pensamento que naturalmente nos ocorre é
aquele que tivemos. Como os Espíritos
o contestaram e nos deram uma explicação
inteiramente diversa, que não podíamos
esperar, é evidente que sua teoria não
provinha de nós. Ora, a idéia
que tivemos, todos a podiam ter, como nós.
Quanto à teoria dos Espíritos,
não acreditamos que pudesse jamais ocorrer
a alguém. Facilmente se reconhecerá
quanto é superior a nossa, embora mais
simples, porque oferece a solução
de numerosos outros fatos que não tinham
uma explicação satisfatória.
2) O conhecimento da natureza dos Espíritos,
de sua forma humana, das propriedades semimateriais
do perispírito, da ação
mecânica que podem exercer sobre a matéria,
e o fato de nas aparições as mãos
fluídicas e até mesmo tangíveis
pegarem objetos e os carregarem, naturalmente
nos fazer crer que o Espírito se servisse
das mãos para girar a mesa e que a erguesse
pelos braços. Mas, nesse caso, qual a
necessidade de médiuns? O Espírito
não poderia agir sozinho? Porque o médium
que freqüentemente pousa as mãos
na mesa em sentido contrário ao do movimento,
ou mesmo nem chega a pousá-las, não
pode evidentemente ajudar o Espírito
por ação muscular. Ouçamos
primeiro os Espíritos que interrogamos
a respeito.
3) As respostas seguintes nos foram dadas pelo
Espírito São Luís e depois
confirmadas por muitos outros:
1. O fluido universal é uma emanação
da Divindade?
- Não.
2. É uma criação da Divindade?
- Tudo foi criado, exceto Deus.
3. O fluido universal é o próprio
elemento universal?
- Sim.
4. Tem alguma relação como fluido
elétrico, cujos efeitos conhecemos?
- É o seu elemento.
5 – Como o fluido universal se nos apresenta
na sua maior simplicidade?
- Para encontrá-lo na simplicidade absoluta
seria preciso remontar aos Espíritos
puros. No vosso mundo ele está sempre
mais ou menos modificado, para formar a matéria
compacta que vos rodeia. Podeis dizer, entretanto,
que ele mais se aproxima dessa simplicidade
no fluido que chamais fluido magnético
animal. (1)
(1) As teorias científicas atuais, no
campo da Fisiologia e da Psicologia, tentam
negar a existência do fluido magnético.
A palavra: fluido tornou-se uma heresia científica.
Mas o Espiritismo a conserva e já agora
estamos vendo a sua volta ao campo científico
sob outras formas, como na teoria física
de campo, na dos elétrons livres e assim
por diante. (N. do T.)
6. Afirmou-se que o fluido universal é
a fonte da vida; seria ao mesmo tempo a fonte
da inteligência?
- Não; esse fluido só anima a
matéria.
7. Sendo esse fluido que forma o perispírito,
parece encontrar-se nele numa espécie
de condensação que de certa maneira
o aproxima da matéria propriamente dita?
- De certa maneira, dizeis bem, porque ele não
possui todas as propriedades da matéria
e a sua condensação é maior
ou menor, segundo a natureza dos mundos.
8. Como um Espírito pode mover um corpo
sólido?
- Combinando, uma porção de flui
universal com o fluido que desprende do médium
apropriado a esses efeitos.
9. Os Espíritos erguem a mesa com a ajuda
dos braços, de alguma maneira solidificados?
- Esta resposta não te dará ainda
o que desejas. Quando uma mesa se move é
porque o Espírito evocado tirou do fluido
universal o que anima essa mesa de uma vida
factícia. Assim preparada, o Espírito
a atrai e a movimenta, sob a influência
do seu próprio fluido, emitido pela sua
vontade. Quando a massa que deseja mover é
muito pesada para ele, pede a ajuda de outros
Espíritos da sua mesma condição.
Por sua natureza etérea, o Espírito,
propriamente dito, não pode agir sobre
a matéria grosseira sem intermediário,
ou seja, sem o liame que o liga à matéria.
Esse liame, que chamas perispírito, oferece
a chave de todos os fenômenos espíritas
materiais. Creio me haver explicado com bastante
clareza para fazer-me compreender.
Observação: Chamamos a atenção
para a primeira frase: “Esta resposta
não te dará ainda o que desejas”.
O Espírito compreendera perfeitamente
que todas as questões anteriores só
tinham por fim chegar a essa. E se refere ao
nosso pensamento, que esperava, com efeito,
outra resposta, que confirmasse a nossa idéia
sobre a maneira por que o Espírito movimenta
as mesas.
10. Os Espíritos que ele chama para ajudá-lo
são inferiores a ele? Estão sob
as suas ordens?
- Quase sempre são seus iguais e acodem
espontaneamente.
11. Todos os Espíritos podem produzir
esses fenômenos?
- Os Espíritos que produzem esses efeitos
são sempre inferiores, ainda não
suficientemente livres das influências
materiais.
12. Compreendemos que os Espíritos superiores
não se ocupem dessas coisas, mas perguntamos
se, sendo mais desmaterializados, teriam o poder
de fazê-lo, se o quisessem?
- Eles possuem a força moral, como os
outros possuem a força física.
Quando necessitam desta última, servem-se
dos que a possuem. Já não dissemos
que eles se servem dos Espíritos inferiores
como vós dos carregadores?
Observação: A densidade do perispírito,
se assim se pode dizer, varia de acordo com
a natureza dos mundos, como já foi ensinado.
(O Livro dos Espíritos, nº 94 e
187). Parece variar também no mesmo mundo,
segundo os indivíduos. Nos Espíritos
moralmente adiantados ele é mais sutil
e se aproxima do perispírito das entidades
elevadas; nos Espíritos inferiores aproxima-se
da matéria e é isso que determina
a persistência das ilusões da vida
terrena nas entidades de baixa categoria, que
pensam e agem como se ainda estivessem na vida
física, tendo os mesmos desejos e quase
poderíamos dizer a mesma sensualidade.
Essa densidade maior do perispírito,
estabelecendo maior afinidade com a matéria,
torna os Espíritos inferiores mais aptos
para as manifestações físicas.
É por essa razão que um homem
refinado, habituado aos trabalhos intelectuais,
de corpo frágil e delicado, não
pode erguer pesados fardos como um carregador.
A matéria de seu corpo é de alguma
maneira menos compacta, os órgãos
são menos resistentes, o fluido nervoso
menos intenso. O perispírito é
para o Espírito o que o corpo é
para o homem. Sua densidade está na razão
da inferioridade do Espírito. Essa densidade,
portanto substitui nele a força muscular,
dando-lhe maior poder sobre os fluidos necessários
às manifestações do que
o possuem os de natureza mais etérea.
Se um Espírito elevado quer produzir
esses efeitos, faz o que fazem entre nós
os homens refinados: incumbe disso um Espírito
carregador. (2)
(2) Esta referência de Kardec à
densidade do perispírito dos encarnados
em nosso mundo mostra o sentido progressivo
da Codificação. O problema do
perispírito em O Livro dos Espíritos
limitou-se mais à evolução
nos diferentes mundos, embora se possa deduzir
de várias passagens aspecto aqui acentuado.
É o que podemos ver no próprio
comentário de Kardec à pergunta
182 do L.E., ou no comentário final à
pergunta 196, acentuando que o perispírito
se purifica à medida que o Espírito
se aperfeiçoa. Aqui, porém, Kardec
trata especificamente do assunto e se refere
também à evolução
do corpo material. (N. do T.)
13. Se bem compreendemos o que disseste, o princípio
vital provém do fluido universal. O Espírito
tira desse fluído o envoltório
semimaterial do seu perispírito, e é
por meio desse fluido que ele age sobre a matéria
inerte. É isso?
- Sim, quer dizer que ele anima a matéria
de uma vida factícia, artificial: a matéria
se impregna de vida animal. A mesa que se move
sob as vossas mãos vive como animal e
obedece por si mesma ao ser inteligente. Não
é o Espírito que a empurra como
se fosse um fardo. Quando ela se eleva, não
é o Espírito que a ergue com os
braços: é a mesa animada que obedece
à impulsão dada pelo Espírito.
14. Qual o papel do médium nesse fenômeno?
- Eu já disse que o fluido próprio
do médium se combina com o fluido universal
do Espírito. É necessária
a união de ambos, do fluido animalizado
e do fluido universal, para dar vida à
mesa. Mas não se deve esquecer que essa
vida é apenas momentânea, extinguindo-se
com a mesma ação, e muitas vezes
antes que a ação termine, quando
a quantidade de fluido já não
é mais suficiente para animar a mesa.
(3)
(3) Isto explica as interrupções
inesperadas de comunicações. A
falta de fluido faz a mesa cessar de mover-se,
como se o Espírito comunicante se houvesse
ausentado. (N. do T.)
15. O Espírito pode agir sem o concurso
do médium?
- Pode agir à revelia do médium.
Isso quer dizer que muitas pessoas ajudam os
Espíritos na realização
de certos fenômenos, sem o saberem. O
Espírito tira dessas pessoas, como de
uma fonte, o fluido animal de que necessita.
È dessa maneira que o concurso de um
médium, como o entendes, nem sempre é
necessário, o que acontece sobretudo
nos fenômenos espontâneos.
16. A mesa animada age com inteligência?
Pensa?
- É como o bastão com que fazer
um sinal inteligente a alguém. Não
pensa, mas a vitalidade de que está animado
lhe permite obedecer ao impulso de uma inteligência.
É bom saber que a mesa em movimento não
se torna Espírito e não tem pensamento
nem vontade. (4)
(4) O bastão, como apêndice da
mão, é animado facticiamente por
esta. Lançado ao chão, não
tem vida, não dá mais qualquer
sinal inteligente. No mundo espiritual os objetos
de outra natureza. A mão pode pegar um
bastão e movimentá-lo, mas o pensamento
não pode fazer assim. Misturando o fluido
animal do médium com o fluido universal
do Espírito, temos um pouco da natureza
humana e um pouco da espiritual, formando um
elemento intermediário. Impregnada a
mesa com esse elemento, o fluido material se
liga à madeira e o fluido espiritual
fica ligado ao pensamento do Espírito.
Essa, ao que parece, a mecânica da levitação
e essa a natureza do ectoplasma. Os parapsicólogos
Wathely Carington e G.S.Soal, em sessão
realizada na Universidade de Cambridge, na Inglaterra,
obtiveram o fenômeno de voz direta, com
levitação do megafone. A comunicação
foi interrompida em meio, sem que eles pudessem
explicar o motivo. Como vemos nestas explicações,
deve ter sido a falta de fluido ectoplásmico.
(N.do T.)
Observação: Servimo-nos freqüentemente
de uma expressão semelhante na linguagem
usual: de uma roda que gira com velocidade dizemos
que está animada de um movimento rápido.
17. Qual a causa preponderante na produção
deste fenômeno: o Espírito ou o
fluído?
- O Espírito é a causa e o fluido
é o seu instrumento; ambos são
necessários.
18. Qual o papel da vontade do médium?
- Chamar os Espíritos e ajudá-los
a impulsionar os fluidos.
18.a – É indispensável a
vontade do médium?
- Ela aumenta a potência, mas nem sempre
é necessária, desde que pode haver
o movimento, malgrado ou contra a vontade do
médium, o que é uma prova da existência
de uma causa independente.
Observação: Nem sempre é
necessário o contato das mãos
para mover um objeto. Ele basta, quase sempre,
para dar o primeiro impulso. Iniciado o movimento,
o objeto pode obedecer à vontade sem
contato material. Isso depende da potência
mediúnica ou da natureza dos Espíritos.
Aliás, o primeiro contato nem sempre
é necessário: temos a prova disso
nos movimentos e deslocamentos espontâneos,
que ninguém pensou em provocar.
19. Por que motivo não podem todos produzir
o mesmo efeito e todos os médiuns não
têm a mesma potência?
- Isso depende do organismo e da maior ou menor
facilidade na combinação dos fluidos,
e ainda da maior ou menor simpatia do médium
com os Espíritos que nele encontram a
potência fluídica necessária.
Essa potência, como a dos magnetizadores,
é maior ou menor. Encontramos, nesse
caso, pessoas inteiramente refratárias,
outras em que a combinação só
se verifica pelo esforço de sua própria
vontade, e outras, enfim, em que ela se dá
tão natural e facilmente que nem a percebem,
servindo de instrumentos sem o saberem, como
já dissemos.
Observação: O magnetismo é,
não há dúvida, o princípio
desses fenômenos, mas não como
geralmente se pensa. Temos a prova disso na
existência de poderosos magnetizadores
que não movimentam uma mesinha de centro,
e de pessoas que não sabem magnetizar,
até mesmo as crianças, que bastam
pousar os dedos numa mesa pesada para que ela
se agite. Logo, se a potência mediúnica
não depende da magnética, é
que tem outra causa. (5)
(5) Ver o nº 131, cap. VIII da II Parte,
e o subtítulo Médiuns Curadores,
do cap. XIV, sobre Os Médiuns. (N. do
T.)
20. As pessoas ditas elétricas podem
ser consideradas médiuns?
- Essas pessoas tiram de si mesmas o fluido
necessário à produção
dos fenômenos e podem agir sem auxílio
dos Espíritos. Não são
propriamente médiuns, no sentido exato
da palavra. Mas pode ser também que um
Espírito as assista e aproveite as suas
disposições naturais. (6)
(6) Ainda hoje se tenta negar a mediunidade
alegando a existência dessas pessoas.
Como se vê, o Espiritismo distingue perfeitamente
a ação pessoal ou anímica
dessas criaturas da ação impessoal
dos médiuns. A Sra. Blavatsky, fundadora
da Sociedade Teosófica, era uma dessas
pessoas e quis negar a ação mediúnica
nos fenômenos físicos, em virtude
da sua capacidade de produzi-los. O animismo,
como demonstrou Ernesto Bozzano (ver Animismo
ou Espiritismo) e como hoje admite o parapsicólogo
Rhine (ver O Novo Mundo da Mente) prova a existência
do Espírito no homem ou de um elemento
não-físico, que supera as condições
orgânicas. (N. do T.)
Observação: Essas pessoas seriam
como os sonâmbulos, que podem agir com
ou sem auxílio dos Espíritos.
(Ver no cap.XIV, Os Médiuns, a parte
relativa aos sonâmbulos.)
21. Ao mover os corpos sólidos, os Espíritos
penetram na substância dos mesmos ou permanecem
fora dela?
- Fazem uma coisa e outra. Já dissemos
que a matéria não é obstáculo
para os Espíritos, que tudo penetram.
Uma porção do seu perispírito
se identifica, por assim dizer, com o objeto
em que penetra. (7)
(7) Da mesma maneira que nossa mão penetra
num tubo para erguê-lo ou pega numa vara
para sacudi-la. Não esquecer que o perispírito
é o corpo espiritual. O Espírito
faz aí uma comparação para
dar-nos a explicação possível.
(N. do T.)
22. Como o Espírito bate? Com um objeto
material?
- Não, como não usa os braços
para erguer a mesa. Sabes que ele não
dispõe de martelos. Seu martelo é
o fluido combinado que ele põe em ação,
pela sua vontade, para mover ou bater. Quando
move, a luz vos transmite a visão do
movimento; quando bate, o ar vos transmite o
som.
23. Concebemos isso quando se trata de um corpo
duro. Mas como pode nos fazer ouvir ruídos
ou sons através do ar?
- Desde que age sobre a matéria, pode
agir tanto sobre o ar como sobre a mesa. Quanto
aos sons articulados, pode imitá-los
como a todos os demais ruídos.
24. Dizes que o Espírito não usa
as mãos para mover a mesa, mas em certas
manifestações apareceram mãos
a dedilhar teclados, movimentando as teclas
e produzindo sons. Não pareceria, nesse
caso, que as teclas eram movimentadas pelos
dedos? E a pressão dos dedos não
é também direta e real, quando
a sentimos em nós mesmos, quando essas
mãos deixam marcas na pele?
Não poderias compreender a natureza dos
Espíritos e sua maneira de agir por meio
dessas comparações, que dão
apenas uma idéia incompleta. É
um erro querer sempre assemelhar às vossas,
as maneiras deles procederem. Os processos dos
Espíritos devem estar sempre em relação
com a sua organização. Já
não dissemos que o fluido do perispírito,
penetra na matéria e se identifica com
ela, dando-lhe uma vida factícia? Pois
bem, quando o Espírito movimenta as teclas
com os dedos ele o faz realmente. Mas não
é pela força muscular que faz
a pressão. Ele anima a tecla, como faz
com a mesa, e a tecla obedece à sua vontade
e vibra a corda. Neste caso também ocorre
um fato de difícil compreensão
para vós. É que certos Espíritos
são ainda tão atrasados e de tal
forma materiais, em comparação
com os Espíritos elevados, que conservam
as ilusões da vida terrena e julgam agir
como quando estavam no corpo. Não percebem
a verdadeira causa dos efeitos que produzem,
como um pobre homem não compreende a
teoria dos sons que pronuncia. Se perguntares
como tocam o piano, dirão que os dedos,
pois assim, crêem fazer. Produzem o efeito
de maneira instintiva, sem o saberem, e não
obstante pela sua vontade. Quando falam e se
fazem ouvir, é a mesma coisa.
Observação: Compreende-se, assim,
que os Espíritos podem fazer tudo quanto
fazemos, mas pelos meios correspondentes ao
seu organismo. Algumas forças que lhes
são próprias, substituem os nossos
músculos, da mesma maneira que a mímica
substitui, nos mudos, a palavra que lhes falta.
25. Entre os fenômenos citados como provas
da ação de uma potência
oculta, há os que são evidentemente
contrários a todas as leis conhecidas
da Natureza. A dúvida, então,
não parece justa?
Acontece que o homem está longe de conhecer
todas as leis da Natureza; se as conhecesse,
seria Espírito superior. Cada dia, entretanto
oferece um desmentido aos que tudo pensam saber,
pretendendo impor limites à Natureza,
e nem por isso eles se mostram menos orgulhosos.
Desvendando incessantemente novos mistérios,
Deus adverte ao homem que deve desconfiar das
suas próprias luzes, pois chegará
um dia em que a ciência do mais sábio
será confundida. Não vê
todos os dias o exemplo de corpos dotados de
movimento capazes de superar a força
de gravitação? A bala de um canhão
não supera momentaneamente essa força?
“Pobres homens que vos considerais tão
sábios, cuja tola vaidade é a
todo instante confundida, sabei que sois ainda
muito pequeninos!”
Bibliografia - O Livro
dos Médiuns- Editora FEB-
As publicações da Codificação
Kardequiana de qualquer editora são válidas
para o acompanhamento do curso.
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